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Advogada e cliente são mortos a tiros ao deixarem delegacia no RN

Tanto a advogada quanto seu cliente foram mortos instantaneamente pelos disparos, enquanto os suspeitos fugiram do local.

Pouco antes do crime, Brenda fez uma postagem nos stories do Instagram:

Janielson foi detido pela Polícia Militar na terça-feira na cidade de Arez e posteriormente levado à Delegacia de Santo Antônio, localizada a aproximadamente 30 quilômetros de distância.

Após averiguações, o suspeito foi liberado, uma vez que não havia mandado de prisão em seu desfavor e não foi constatado flagrante pelo crime do qual era suspeito, conforme explicado pelas autoridades policiais.

A Polícia Civil confirmou que “Gordinho da Batata” estava entre os investigados pelo falecimento de João Victor Bento da Costa, ocorrido durante uma vaquejada no último domingo, mas ressaltou que outras linhas de investigação estão em curso para esclarecer o caso.

Segundo informações da Polícia Militar, João Victor participava da vaquejada com sua equipe e, por volta das 5h, afastou-se momentaneamente do grupo. No estacionamento do Parque, o jovem foi abordado por duas pessoas em uma motocicleta, que efetuaram pelo menos três disparos contra ele. Um desses tiros atingiu as costas de João Victor, resultando em seu falecimento imediato.

Violência injustificável

Em comunicado oficial, a OAB/RN disse que a advogada estava em pleno exercício de sua profissão quando foi alvo de um ato de violência injustificável. E requereu ao secretário de Segurança Pública do Estado o acompanhamento rigoroso das investigações.

“O crime contra uma advogada em seu exercício profissional, além de uma violência bárbara, é um ataque direto ao Estado Democrático de Direito. O Sistema OAB seguirá vigilante para que o crime não caia na vala da impunidade.”

O Conselho Federal da OAB, por meio da Comissão Nacional da Advocacia Jovem e o Colégio de Presidentes da Jovem Advocacia de Seccionais da OAB, também lamentou o ocorrido e prestou solidariedade aos familiares e amigos da vítima.

A Abracrim – Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas – também se pronunciou, destacando a necessidade de orientar e proteger os profissionais da advocacia criminal diante de possíveis ameaças e violências, reiterando seu compromisso em fornecer suporte e diretrizes para minimizar os riscos associados à prática jurídica nesse contexto.

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TV Diário do Sertão