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Radialista cajazeirense Iata Anderson morre no Rio de Janeiro

 

O jornalismo esportivo brasileiro perdeu, nesta quinta-feira (8), um de seus grandes nomes. O jornalista e radialista Iata Anderson, de 81 anos, faleceu no Hospital Badim, na Tijuca, após complicações de saúde que o mantiveram internado por mais de uma semana.

Natural de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba, Iata construiu uma carreira sólida e respeitada nos principais veículos de comunicação do Rio de Janeiro, deixando um legado de profissionalismo e paixão pelo esporte.

 

Iata Anderson, o Amigo do ReiCamisa autografada e doada pelo Rei Pelé já está em CajazeirasZico doa camisa do Flamengo para o Museu do Futebol de Cajazeiras

 

Sua trajetória profissional teve início em 1970, na Super Rádio Tupi, e estendeu-se por gigantes como as rádios Globo e Tamoio, além da TV Manchete. Iata também atuou na assessoria de imprensa do Flamengo, clube pelo qual nutria grande carinho. Contudo, foi em 1974 que ele imortalizou seu nome na história ao ser o único repórter a conseguir entrevistar Pelé no gramado do Maracanã, durante a despedida do Rei do Futebol. O feito extraordinário lhe rendeu o carinhoso apelido de “Amigo do Rei”, marca que carregou com orgulho por toda a vida.

 

Apesar de radicado no Rio, Iata Anderson nunca esqueceu suas raízes paraibanas. Ele foi um colaborador essencial do Museu do Futebol de Cajazeiras, onde intermediou a doação de relíquias históricas, como camisas autografadas por Zico e pelo próprio Pelé. Segundo amigos próximos, o jornalista era uma ponte constante entre o esporte nacional e sua terra natal. O corpo do comunicador será cremado na tarde desta sexta-feira (9), no Cemitério Memorial do Carmo, na Zona Portuária do Rio de Janeiro.

Redação + Coisas de Cajazeiras

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