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Polícia Civil identifica autor de ameaçar alunos de morte no colégio comercial em Cajazeiras; Delegado afirma que partiu de um menor de idade. NOTA

A Polícia Civil de Cajazeiras esclareceu e identificou o autor de um recado deixado em uma carteira escolar nas dependências da Escola Estadual de Ensino Médio Monsenhor Constantino Vieira, tradicionalmente conhecida como Colégio Comercial, colocando em pânico a comunidade acadêmica que estuda naquele estabelecimento público de ensino, professores, pais e funcionários.

No teor, o pretenso assassino escreveu a frase “Eu vou matar todo mundo” e ainda marcou a data de 24/05/19, às 08:41 da manhã, para a concretização do intento maléfico.

A Polícia Civil através do delegado Dr. Francisco Filho, tomou todas as providências para chegar ao autor da mensagem de ameaça dentro da instituição educacional, pois bem, o delegado ouviu os referido discente, diante da mãe, da gestora e demais integrantes da escola comercial e descobriu que a mensagem de ameaça de morte partiu de um menor de idade que não teve o nome revelado, mas o menor de idade confessou  ao delegado que se tratava de uma brincadeira.

NOTA DE ESCLARECIMENTO

ENTENDA O CASO

Um recado com conteúdo ameaçador foi deixado na manhã desta sexta-feira, dia 10/05/2019, em uma carteira escolar, nas dependências da Escola Estadual de Ensino Médio Monsenhor Constantino Vieira, tradicionalmente conhecida como Colégio Comercial, colocando em pânico a comunidade acadêmica que estuda naquele estabelecimento público de ensino, professores, pais e funcionários.

No teor, o pretenso assassino escreveu a frase “Eu vou matar todo mundo” e ainda marcou a data de 24/05/19, às 08:41 da manhã, para a concretização do intento maléfico.

A foto da carteira com a ameaça e um áudio de alguém que aparentemente é aluna daquele estabelecimento de ensino, estão viralizados nos grupos de WhatsApp de Cajazeiras e região,  colocando em alerta os pais e as autoridades competentes.

Para o momento a expectativa da sociedade cajazeirense, dos alunos da Escola, dos pais, dos professores e dos demais funcionários, é de que a Polícia Civil tome a frente do caso e proceda com rapidez nas investigações, a fim de fornecer uma resposta urgente para a população apavorada, antes que uma tragédia de grandes proporções se concretize.

O pais, alunos, professores e funcionários clamam por uma resolução eficaz para o caso, no sentido de apurar a veracidade das informações ali deixadas pelo suposto/pretenso assassino.

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