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Professor e Historiador José Antônio de Albuquerque Alerta os políticos de Cajazeiras para conclusão das obras do Aeroporto de Cajazeiras

Hoje, 16 de outubro, completam 5854 dias da promessa para construção/conclusão do aeroporto de Cajazeiras, ou seja 16 anos e 14 dias. Que conclusões podemos tirar desta situação? A falência de lideranças? Falta de força politica? Falta de empenho? Má vontade dos governantes? Acomodação da classe empresarial e do povo? 
Não fiquem pensando que falta apenas fazer um desmonte de pedras de um dos lados da pista para que a ANAC faça a sua homologação e para que esta pista se torne um aeroporto ainda faltam muitas coisas: cercamento, iluminação, abastecimento dágua.
Não tenho visto nenhuma autoridade da cidade, nem muito menos os deputados e ainda menos os empresários tirarem um segundo de seu tempo e solicitar ao governador um minuto de seu tempo para exgir, cobrar, impor e saber de fato qual a disposição deste governo em concluir esta obrae se ela é ou não prioritária?
Estão tentando transformá-lo em um aeródromo, o que talvez, facilitaria a sua homologação e se assim acontecer, não será nesta geração que iremos ter a oportunidade da retomada das tão sonhadas linhas aéreas.
Cajazeiras ainda não despertou e não tem conhecimento de quanto seria importante este aeroporto para o processo de desenvolvimento de nossa região, principalmente quando teremos, em breve, a construção de um hospital que poderá dar a esta cidade a conquista de ser o terceiro polo de saúde do estado.
Parece que ninguém entende que tempo é dinheiro, mas por enquanto, vamos continuar rodando mais de 500 KM em busca da capital do estado e 150 Km com destino a Juazeiro do Norte, para atingirmos outras cidade do país, decolando de seu aeroporto.
Será que não tem um filho desta cidade que possa dar um grito de rebeldia e dizer que estamos farto de promessa?
Mas, enquanto alguns, que poderiam dar este grito, continuarem usando clandestinamente a pista do que seria o aeroporto, dificilmente terão interesse na sua conclusão.
Desesperançado e triste, é como eu me sinto.

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